Eu posso mentir pra te proteger
E você a mim
Nunca haverá mentira entre nós
Eu quebraria pescoços e paradigmas para livrar você do perigo
Nunca haverá violência entre nós
Eu jamais fujo de uma guerra
Minha guerra. Sua guerra é minha.
Jamais apontaremos nossas armas um contra o outro
A minha receita é para comermos juntos
Coma com prazer quando isso lhe fizer feliz
Minha solidão em sua companhia deve ser respeitada. Sempre que acontecer
E eu jamais tentarei te mudar
Deixe-me mastigar, ruminar e devolver meus milhares cúbicos de raiva em forma tenra após minutos ou horas de pensamentos, vícios ou música. Eu sempre volto bem. Mais cedo ou mais tarde.
E você não seja tão normal a ponto de perguntar “o que houve?” a quem parece querer ficar quieto.
Determine o meu espaço. Não quero mais do que tens a oferecer. Mesmo em mil anos.
Não grite. Fale.
Não cale. Seja.
Beba e ainda resista
Chore, queime, olhe.
Ame
Pule
E no meio do beijo, queda.
Assim eu topo morrer tentando.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
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